Mostrando postagens com marcador Pericles Chamusca. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Pericles Chamusca. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

E a toalha?


Por Walleys Santos


Uma semana atrás, após a derrota perante o Náutico, o Presidente do Sport, Silvio Guimarães, dava entrevistas já colocando o Sport como Série B, que já pensava em 2010 trabalhar para voltar à elite em 2011, e que já havia jogado a toalha!

Aí veio Péricles Chamusca dizendo que pegou a toalha antes que ela caísse. ‘Eu ainda acredito!’ Disse o até então comandante rubro negro ‘apanhando’ a toalha. Tinha que vencer o time mineiro de todo jeito. Só que a velha raposa, o Cruzeiro-MG veio até a Ilha e ‘afundou’ de vez qualquer expectativa do Leão da Ilha de fugir do rebaixamento.

Depois do jogo Chamusca entregava o cargo. Dizia que teve um grande desgaste com a imprensa e com a torcida e que não aguentava mais tantas cobranças relativas às suas alterações no time. Todo mundo enxergava os erros, menos ele.

Bem, Chamusca não teve o perfil do Sport. Aliás! Nunca teve! Apesar de defender a sua contratação meses atrás, admito que foi um erro trazê-lo. A imparcialidade, o medo de vencer – escalar três volantes em casa é de lascar! – as várias indicações erradas para o elenco – que o diga Paulinho – realmente desgastou a imagem do ex treinador junto à torcida rubro negra.

Deixou o barco antes que afundasse de vez! Se foi covarde, aí não entro no mérito da questão. Acho que como profissional deveria continuar até o fim! Que caísse junto com o time, mas que ficasse até o final. Pulou fora antes da tragédia do ano para os rubro negros. Como diria o Leão – não da Ilha e sim da montanha – Saída pela esquerda!

E a toalha? Já tinha me esquecido dela. Será que alguém a pegou? Ou será que dessa vez a deixaram cair?

Sinceramente? Não importa mais mesmo.


quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Reforços?

Por Walleys Santos



Admito que ultimamente o dicionário português tem sido a minha leitura quase que diária para conhecer ao pé da letra, literalmente falando, o significado de algumas palavras, e nessa minha leitura esbarrei numa palavra que optei por destacá-la nesse post: Reforços! E decidi analisá-la em torno do Sport Club do Recife.

Seguindo o dicionário a palavra reforço significa: Ato ou efeito de reforçar, aquilo que reforça, aumento de força, auxílio, tropas auxiliares, e etc. Bem, se reforçar realmente é tudo isso que foi escrito, então os jogadores que Péricles Chamusca indicou, e o Sport contratou, não podem ser classificados de reforços.

Analisando o time que começou o jogo contra o Atlético-PR no último sábado: Magrão. Elder Granja, Igor, César e Fininho. Andrade, Moacir, Hamilton e Luciano Henrique. Wilson e Arce. Com exceção de Fininho – que, diga-se de passagem, só entrou no jogo porque Dutra estava suspenso – nenhuma, absolutamente nenhuma outra contratação do atual treinador rubro negro foi escalado como titular.

Essa história de ritmo de jogo não convence mais, se o cara está sem ritmo, coloca-se pra jogar! A diretoria não mediu esforços – e não reforços – pra trazer Paulinho, que inicialmente viria depois não viria mais e no final acabou vindo, e o jogador não é colocado pra atuar. Colocaram-no numa ‘furada’ no jogo contra o Flamengo-RJ e só. Isael e Pimenta são destaques em treinos, mas também não são aproveitados como deveriam. Se pimenta nos ‘olhos’ dos outros é refresco...

O que a torcida rubro negra queria era que Chamusca entendesse que mudar se faz necessário, pois o time não esta rendendo muita coisa e se essas peças de reposição –entenda-se reforços!- não forem escaladas seguidamente, significa então que houve erro nas contratações.

Depois ficar dizendo que foi a melhor partida do Sport no ano e amargar mais uma derrota, não é válido. É preferível jogar feio e vencer, a jogar bonito e apanhar direto.


Siga o Walleys Santos no Twitter!

domingo, 9 de agosto de 2009

Um estranho fora do ninho

Por Walleys Santos


O quanto deve ser estranho - e esquisito - acordar às duas horas da manhã pra almoçar; na hora de dormir acordar, e na hora de acordar dormir! Essa é a situação que o novo técnico do Sport, Péricles Chamusca, está passando. Estava no Japão e agora sente o fuso horário brasileiro. A situação é realmente desorientadora – literalmente falando.

A adaptação ao novo horário deve durar mais ou menos uma semana. Até lá, Péricles terá que controlar a vontade de querer almoçar de madrugada e trocar o dia pela noite. Bem, admito que nunca senti vontade de comer um prato de feijoada às duas horas da manhã, seria no mínimo esquisito e a digestão não seria muito interessante...

E o que fazer enquanto ele ainda não se adaptou ao horário do Brasil? Simples! Basta colocar os treinos do Sport para a madrugada adentro! Será bem interessante, pois não terá muita gente para atrapalhar, e os setoristas do clube vão agradecer imensamente ao comandante rubro negro. Dormir pra quê?

Pensando bem, até que não seria uma má idéia. Já que o time rubro negro parece que também está meio desorientado dentro do Campeonato Brasileiro, o treino na madrugada poderia ajudar o Leão da Ilha do Retiro a se orientar novamente.

Tem que mostrar que na hora de ganhar é ganhar! E na hora de perder, empatar! E não na hora de ganhar perder! E na hora de perder, perder! Porque se ganhar pro Sport significa perder, então o que se esperar na hora de empatar? Ganhar?

Foram tantos trocadilhos que quem ficou desorientado agora fui eu...